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Data: dezembro 17, 2019

Folha tortura os fatos para atacar Moro




Mesmo com todos os índices de criminalidade em queda, jornal usa ONG para dizer que a segurança pública teve retrocesso em 2019.



Leia o seguinte parágrafo que abre uma matéria de Folha de S. Paulo intitulada “Segurança mais recua do que avança em 1º ano de Bolsonaro”:


Apesar da manutenção da tendência de queda dos homicídios, o primeiro ano da segurança pública sob a presidência de Jair Bolsonaro foi marcado por uma sucessão de propostas legislativas e poucas ações práticas. (Grifo meu.)


Traduzo. A Folha diz o seguinte: embora a política de segurança pública de Sérgio Moro tenha acarretado numa queda de 22% no número de assassinatos, poupando, até novembro, a vida de quase 10.000 cidadãos, segundo o jornal, na verdade, houve um retrocesso no setor.


Essa é a premissa da matéria. Diria Orwell: guerra é paz, liberdade é escravidão, segurança pública eficaz é aquela que mantém 70 mil homicídios por ano, sem retrocesso.


A essa afirmativa grotesca, o próprio Ministro Moro, por meio das suas redes sociais, respondeu:


Crimes caem em todo o país em intensidade sem precedentes históricos. Assassinatos menos 22%; roubos a banco, 40% a menos. Segundo a Folha de São Paulo e ONG, a Segurança Pública piorou. Todos têm direito a sua opinião, mas nãos aos seus próprios fatos. Fatos são coisas teimosas.


A resposta do ministro é perfeita, exceto por um detalhe: a matéria não reflete necessariamente a opinião da Folha — a opinião da Folha é, no máximo, o Gregório Duvivier tentando fazer piada militante. A Folha, no caso dessa matéria, está só servindo de menininha de recados de gente como George Soros, o magnata húngaro que vive de desestabilizar as nações, patrocinando o caos e a desordem com sua megafortuna.


Soou conspiratório, exagerado? Vejamos.


Toda a publicação da Folha se baseia nos estudos do Instituto Sou da Paz, tradicional ONG esquerdista que tem entre seus mais belos feitos aquela propaganda desarmamentista que convenceu o cidadão de bem a entregar suas armas em troco de ficar à mercê da bandidagem cada vez mais equipada para praticar o mal. Hoje a sociedade elegeu um presidente que tenta reverter esse quadro.


“Balanço do Instituto Sou da Paz considerou que houve mais retrocessos que avanços na área”, diz a matéria.


E quem banca o Instituto?




Segundo o último relatório publicado no site da organização, em 2017, é a Open Society Foundation, ONG do Dr. Soros. 

Mais adiante, a Folha cita uma crítica de Arthur Trindade, professor da Universidade de Brasília (UnB) que foi secretário de Segurança Pública e Paz Social do ex-governador do DF Rodrigo Rollemberg (do PSB, partido coligado ao Foro de São Paulo e que tinha na sua base governista PV, PCdoB et caterva) e que também é conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança pública.


Quem banca este Fórum?


Além das Fundações Ford, Avon, Porticus e Lafer, todas de viés globalista com suas agendas ecologistas, de gênero, abortista etc., além dessas, consta no relatório, como se vê, a campeã da sacanagem global: a Open Society do Mr. Soros.

É a essas pessoas que a Folha de São Paulo serve. A Folha, no fundo, é só um megafone de agentes maliciosos que, para solapar nossa soberania e desestabilizar nossa sociedade, são capazes de dizer, em plena luz do dia, que poupar 10.000 vidas no espaço de um ano é um retrocesso.

Por Fábio Gonçalves - Exclusivo para BSM




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Acadêmico de Ciências Contábeis, articulista político, entusiasta da comunicação e marketing digital. Deus acima de tudo! - - SIMPLESMENTE MINHA OPINIÃO | ESSE BLOG É DE OPINIÃO PÚBLICA

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