NASA acaba de tranqulizar o mundo "Alguns dados das queimadas na Amazônia são de 7 anos atrás"


Após classificar as queimadas na Floresta Amazônica como um possível “recorde”, a NASA voltou atrás e suavizou a análise: “O tempo dirá se este ano o número de incêndios é recorde ou se está dentro dos limites habituais, existem dados de 7 anos atrás sendo exposto por internautas"  


A NASA modificou o texto em seu site oficial que acompanhava a imagem de satélite capturada no dia 20 mostrando fumaça e focos de incêndios na Amazônia do Brasil.

Na última quarta-feira (21), em postagem no seu perfil oficial no Twitter, a agência espacial dos Estados Unidos disse que “embora seja estação de fogo no Brasil, o número de incêndios pode ser recorde”.

Na primeira versão do texto, a NASA afirma:


“Embora não seja raro o registro de incêndios no Brasil nesta época do ano devido às altas temperaturas e à baixa umidade, parece que este ano o número de incêndios pode ser recorde. De acordo com o INPE, o centro de pesquisa espacial do Brasil, quase 73 mil incêndios foram registrados até agora este ano. O INPE registrou um aumento de 83% em relação ao mesmo período de 2018”.


Após gera uma intensa controvérsia nas rede sociais, o texto foi editado no dia seguinte, quinta-feira (22).

Na nova versão, desaparece a menção ao INPE e a indicação de que o número de queimadas pode ser recorde.

A conclusão é muito mais suave com o governo do presidente da República, Jair Bolsonaro, que está sendo alvo de uma ofensiva internacional por conta dos incêndios.

“O tempo dirá se este ano o número de incêndios é recorde ou se está dentro dos limites habituais”, diz a NASA na nova versão.

O site BuzzFeed News questionou a NASA sobre por que foi retirada do texto de seu site a menção ao INPE. A agência respondeu:


“Não foi nenhum questionamento sobre os números do INPE. A pessoa responsável pelas legendas nesta imagem não tinha conhecimento de uma fonte de dados ligada à NASA sobre o mesmo assunto, e que deveria ter sido usada em vez de uma fonte externa.”

Anitta vira piada na web ao falar sobre as queimadas


Anitta virou assunto no Twitter, mas não foi por causa de algum novo hit ou pelo namoro com Scooby, ex de Luana Piovani. O motivo dessa vez foi um vídeo da cantora comentando as queimadas na Amazônia. Entretanto, algumas declarações da artista acabaram virando piada na rede social.

– Não adianta se o dólar abaixar, não adianta se a economia vai bem, não adianta se vai ter mais emprego se ninguém tiver oxigênio. Porque sem oxigênio, o dólar vai ficar ali sozinho voando e vai todo mundo morrer. Não adiante ter economia, o giro da cidade em torno da agropecuária porque, quando o oxigênio acabar, todo mundo morre – comentou Anitta.




Muitas pessoas compararam o discurso da famosa aos da ex-presidente Dilma Rousseff e, por isso, a tag Anitta Rousseff figurou nos Trending Topics. Outros famosos também cometeram equívocos na tentativa de falar sobre a situação da floresta brasileira ao usar o clique feito por um fotógrafo em 2003 como se fosse dos incêndios que estão acontecendo.


A CASA CAIU: Jornalista descobre que Jean Wyllys mandou matar Jair Bolsonaro


A jornalista Regina Vilela divulgou um vídeo no YouTube, acusando o deputado federal Jean Wyllys de ser o autor do atentado contra o presidente Jair Bolsonaro.

– Rodrigo Maia escondeu quem fez a inscrição para o Adélio Bispo entrar na Câmara (Adélio era do PSOL e suspeita-se que ele conhece Jean Wyllys, daí a ligação). A Polícia Federal já sabe quem fez. Vão só ligando os pontos. Agora o Jean Wyllys diz que está saindo do país porque está com medo. Ele é rico, ganhou cerca de R$ 1 milhão no BBB, se envolveu com política porque é radical. Provavelmente esse cara é o mandante da tentativa de assassinato contra Jair Bolsonaro – aponta Vilela.

A jornalista também menciona uma carta de Lula a Jean Wyllys, na qual o ex-presidente agradece uma visita feita pelo deputado e se despede dele. Segundo Vilela, o parlamentar teria ido até Curitiba dizer adeus porque pretende pedir asilo político em outro país.

Confira abaixo o vídeo na íntegra:

         

Governo anuncia privatização dos Correios e de 16 empresas.


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na noite dessa terça-feira (20/08/2019) que o governo deve anunciar nesta quarta-feira (21/08/2019) a privatização de 17 empresas. “E nós achamos que vamos surpreender. Tem gente grande que acha que não será privatizado e vai entrar na faca”, disse o ministro, ao dizer em seguida que “ano que vem tem mais”.


“Nós vamos seguir [com as privatizações], é um tempo bom, vai dando certo. Achamos que quatro anos é um tempo bom, faltam três anos e meio, dá tempo ainda”, disse o ministro. “Essa fusão da Embraer com a Boeing é um negócio extraordinário. Se conseguirmos fazer mais duas ou três grandes fusões de grandes empresas brasileiras”, disse.

Veja a lista das 17 estatais, divulgada pelo Poder 360:
  • Empresa Gestora de Ativos (Emgea);
  • Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF);
  • Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro);
  • Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev);
  • Casa da Moeda;
  • Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp);
  • Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasaminas);
  • Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU);
  • Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A. (Trensurb);
  • Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa);
  • Empresa Brasil de Comunicação (EBC);
  • Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec);
  • Telebras;
  • Correios;
  • Eletrobras;
  • Loteria Instantânea Exclusiva (Lotex);
  • Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

O ministro elogiou a fusão entre as empresas Embraer e Boeing e disse ainda que o ideal seria fazer mais duas ou três fusões do tipo. Em seguida, Guedes afirmou que o governo tem conversado com os Estados Unidos e a China em busca de acordos comerciais. “Vamos dançar com os americanos e com os chineses”, disse.


Conversa com o Senado

Guedes disse ainda ter saído positivamente surpreso de conversa que teve mais cedo com lideranças do Senado em relação a prazos para a reforma tributária e para a proposta de pacto federativo.

O ministro contou que chegou para a reunião com a previsão de que a reforma tributária levasse de cinco a seis meses para ser votada e que o pacto levaria de oito meses a um ano. No entanto, os senadores esperam concluir tudo de dois a três meses. “Eu saí de lá assobiando”, afirmou o ministro. “Foi uma conversa extraordinariamente positiva.”

Guedes, que participou de evento de premiação de empresas em São Paulo, quis compartilhar com os presentes um pouco do que tem sido a experiência em Brasília. Segundo ele, a capital federal tem “muito ruído”, porque “dá emoção”, mas ressaltou que os sinais são muito bons. “O que vejo em Brasília é muito diferente do barulho, não é isso o que está acontecendo”, disse.

O chefe da Economia disse que tem visto os parlamentares com vontade política para realizar mudanças. “Estamos contrariando a expectativa de que seria um governo sem sustentação parlamentar”, afirmou o ministro, em referência ao andamento da agenda econômica no Congresso, sem deixar de dar o mérito para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

(Com informações da Agência Estado)

HADDAD É LULA? Agora foi condenado a 4 anos de prisão


O ex-prefeito Fernando Haddad está cada dia mais parecido com seu mentor, o ex-presidente Lula. Haddad foi condenado pela Justiça Eleitoral por caixa dois. O juiz Francisco Carlos Inouye Shintate determinou pena de “quatro anos e seis meses de reclusão em semiaberto”. O processo guarda relação com o uso de recursos da empreiteira UTC na confecção de material de campanha de Haddad para prefeito, em 2012.

Em nota, a defesa de Fernando Haddad informou que vai recorrer da decisão. Como dizia o slogan de campanha do então candidato a presidente pelo PT, “Haddad é Lula. Lula é Haddad”.

Lula diz que fica preso até provar que Moro e Deltan Dallagnol “são bandidos”


O ex-presidente Lula afirmou, em mais uma entrevista concedida da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, que vai provar que o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o chefe da Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, são bandidos. Na entrevista, concedida ao jornalista Bob Fernandes, exibida na noite desta sexta-feira, dia 16, no canal dele no Youtube e na TVE Bahia, disse ainda que só quer sair da prisão com “100% de inocência.”

Ele respondeu não saber quanto tempo ainda vai permanecer em Curitiba, onde cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro, mas que não vai pedir progressão de regime. “É daqui de dentro que eu quero provar que eles são bandidos e eu não. É isso que eu quero provar.” Esta foi a primeira vez que o ex-presidente falou após a decisão da juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução de sua pena, que autorizou a transferência dele para São Paulo. No mesmo dia, o STF derrubou a decisão.

OPORTUNIDADE – “Significou (a decisão) a necessidade de se livrar do Lula antes que ele possa sair daqui. Não conheço a juíza. Ela foi irresponsável. Espero que a sociedade esteja vendo. Não quero ser tratado melhor do que ninguém.” O ex-presidente comentou que estava na prisão porque queria. Segundo ele, teve muita oportunidade de sair do Brasil para não ser preso. “Eu quero sair daqui com 100% de inocência. Estou aqui porque eu quero. Eu poderia ter saído do Brasil. Tive muita oportunidade. Não quis sair porque o jeito de eu ajudar a colocar bandido na cadeia é ficar aqui.”.

Durante a entrevista, ele comentou o caso mais recente da Vaza Jato, publicado pelo BuzzFedd News em parceria com o The Intercept Brasil, em que aponta que Moro instruiu, ainda quando juiz federal, os procuradores da Lava Jato a não recolherem os celulares de Eduardo Cunha na véspera da prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados. Visivelmente irritado, neste ponto, o ex-presidente, batendo na mesa, destacou que a Polícia Federal foi na casa dos netos dele para apreender um tablet.

GOVERNO NORTE-AMERICANO – “Ficaram um ano com ele (o tablet) aqui preso. E não tiveram coragem de pegar o telefone de Eduardo Cunha porque o Moro falou: ‘não, não pega o telefone’. O que é que tinha no telefone do Eduardo Cunha que o Moro não queria que ninguém soubesse? Por que eles não aceitaram uma delação do Eduardo Cunha?”, questionou. O petista falou da influência dos EUA no Brasil. Para ele, a Lava Jato é orquestrada pelo governo norte-americano.


“Hoje, eu tenho clareza, Bob, que tudo que está acontecendo aqui no Brasil da Lava Jato tem o dedo dos americanos. O departamento de justiça americano manda mais no Moro do que a mulher dele.” Posteriormente, afirmou que a Lava Jato foi construída para entregar o petróleo brasileiro, as refinarias e as distribuidoras.

EXONERAÇÃO – Sobre Deltan, o presidente afirmou que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP ) deveria ter pedido a exoneração dele. “O Dallagnol não deveria nem existir porque ele não tem formação para isso. Ele não tem tamanho para fazer o que está fazendo. É por isso que ele fez tanta molecagem e tanta bandidagem”, atacou.

Lula classificou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) como um monstro e aproveitou para fustigar a Globo ao afirmar que a emissora não teve coragem de lançar o apresentador Luciano Huck à presidência da República. “O Bolsonaro foi um monstro que surgiu, e não era isso que a Globo esperava, certamente. A Globo esperava alguém do time deles. Como não tiveram coragem de lançar o Luciano Huck.”

Ele criticou a postura da empresa no caso dos vazamentos de mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil, que expôs a atuação de Moro e Deltan. “Até agora, pasme, hoje é dia 14, a Globo não teve a pachorra de publicar as coisas do Intercept. É como se não existisse. Foram capaz de inventar um hacker em Araraquara. Prenderam um hacker para dar vazão às mentiras do Moro e não têm coragem de prender o Queiroz”, disse.

“TORCIDA ORGANIZADA” – O ex-presidente se referiu a Bolsonaro como um chefe de torcida organizada que fala para fanáticos. “O Bolsonaro está governando e falando para sua torcida organizada. Para agradar os seus fanáticos, aqueles que não estão preocupados com o Brasil.” Ele criticou a forma como o presidente tratou a derrota nas prévias do presidente da Argentina Mauricio Macri. “Ele teve a insensatez de falar de um parceiro estratégico e ofender o povo argentino.”

O petista destacou que, ao sair da prisão, além de casar porque está apaixonado, vai para a rua levantar a autoestima do povo brasileiro. “Se eles têm medo de mim, arrumem outro jeito de me calar. Um homem de 74 anos, que já fez o que já fiz, não vai se calar. Eu quero a minha inocência”, disse.

A CASA CAIU: Militar preso com cocaína denuncia ‘armação’ contra Bolsonaro


A defesa do sargento da Força Aérea Brasileira (FAB), Manuel Silva Rodrigues, preso com 39 kg de cocaína na Espanha, disse à Corregedoria do Ministério Público Militar brasileiro que há evidências de “ações clandestinas para imputar crimes” ao comissário de bordo.

De acordo com o advogado Carlos Alexandre Klomfahs, o objetivo seria “prejudicar a imagem do Brasil e do governo do Presidente Jair Bolsonaro”.

A CASA CAIU: Gleisi Hoffmann foi eleita com o dinheiro que seu marido roubou de aposentados, mostram planilhas


O Jornal 316 descobriu uma nota publicada no portal Oficial Jus Brasil pelos editores do site Folha Política, afirmando que Gleisi Hoffmann foi eleita com o dinheiro que marido extorquiu de aposentados.

Confira na integra;

Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann são casados há duas décadas. Ela, senadora da República, foi ­ministra-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff. Ele foi ministro do Planejamento no governo Lula e ministro das Comunicações no governo Dilma. Ambos são petistas. Ambos integram a seleta lista de companheiros da estrita confiança do ex e da ex-presidente. Ambos são investigados pela Operação Lava-Jato. Paulo Bernardo chegou a ser preso pela Polícia Federal há três meses. 

Gleisi é alvo de inquéritos em curso no Supremo Tribunal Federal que a colocam como beneficiária de dinheiro do petrolão. Embora os dois sejam investigados em frentes diferentes, as suspeitas que recaem sobre eles se entrelaçam. E, nestes tempos em que os políticos se esforçam para tentar restringir os flagrantes de roubalheira a inocentes deslizes destinados a financiar campanhas eleitorais, o casal petista é a mais perfeita prova de que caixa dois e corrupção são, quase sempre, inseparáveis — um casamento, digamos assim, sólido. 

Paulo Bernardo é acusado de ter orquestrado um esquema milionário de desvio de dinheiro no Ministério do Planejamento quando ocupava a pasta. A Consist, uma empresa de São Paulo, foi escolhida para administrar a lista de funcionários públicos, pensionistas e aposentados endividados que recorriam aos empréstimos consignados, cujas parcelas vêm descontadas automaticamente na folha de pagamento. Quem recorria aos créditos pagava uma taxa de administração — o lucro da empresa. A taxa cobrada dos funcionários e aposentados, claro, era superfaturada. O excedente era dividido, e o PT ficava com 70% de tudo. 

De acordo com a Polícia Federal, o partido arrecadou mais de 100 milhões de reais em cinco anos com base nesse método. O ex-ministro sempre foi considerado um homem de partido, um soldado, como os petistas gostam de dizer. Um quadro técnico, competente e pragmático. 

A Operação Lava-Jato desmontou uma parte dessa biografia. A competência e o pragmatismo eram de fato reais, mas serviam a propósitos nada nobres. O dinheiro arrecadado por Paulo Bernardo e seu bando foi usado para garantir a aposentadoria e a tranquilidade de alguns companheiros dele do PT, financiou apartamentos de luxo em Miami para outros amigos meliantes, além de ajudar a eleger Gleisi Hoffmann, a senadora mais votada do Paraná, depois de uma campanha suntuosa. 

A cota do ex-ministro era transferida diretamente pela Consist para um escritório de advocacia de Curitiba, que providenciava a redistribuição da propina. A ideia era não deixar rastro. Mas não funcionou… A senadora Gleisi Hoffmann foi fisgada pela Lava-Jato logo nos primeiros meses da investigação. Os policiais descobriram que ela recebera 1 milhão de reais em propinas desviadas da Petrobras. Dinheiro repassado por doleiros. Era o fio da meada de um escândalo muito maior para o casal mais poderoso da Esplanada. 

O escritório de advocacia de Curitiba para o qual o dinheiro era desviado gozava da confiança absoluta de Paulo Bernardo e Gleisi — um de seus sócios, Guilherme Gonçalves, era encarregado de defender a senadora em processos na Justiça. Era o álibi perfeito. 

A Consist fazia de conta que pagava pelos serviços de advocacia e os advogados pagavam as despesas do casal sem deixar rastros. Descobertos, todos entoaram o mesmo mantra. Paulo Bernardo não sabia de nada. Gleisi não sabia de nada. O advogado Guilherme Gonçalves, que também defendeu a ex-presidente Dilma em processos no Tribunal Superior Eleitoral, não sabia de nada. Mas havia gente que não sabia e tentou descobrir. Acusado de envolvimento no escândalo, um dos sócios da banca, o advogado Sacha Reck, resolveu agir. Pediu a uma empresa independente que fizesse uma auditoria nas contas e nos arquivos do escritório. O resultado surpreendeu. Foi então que ele descobriu aquilo que a Polícia Federal não demoraria a desbaratar: o contrato de serviços jurídicos com a Consist não passava de fachada. 

Mensagens e planilhas guardadas em pastas secretas registravam o destino final do dinheiro: “Eleitoral — Gleisi”. VEJA teve acesso aos documentos da auditoria entregues às autoridades. Ao todo, o escritório recebeu 7,2 milhões de reais da Consist. Não se sabe ainda, com precisão, quanto desse valor foi parar no caixa dois eleitoral de Gleisi, mas há fartos indícios de que não foi pouco. De acordo com os investigadores, a propina teria sido usada para pagar de tudo: ônibus para transporte de cabos eleitorais, jantares para prefeitos, motorista particular da senadora, aluguel de um flat usado como escritório informal da campanha. 

Um estagiário do escritório fazia o papel de entregador de dinheiro vivo, sempre que necessário. Em depoimento, ele disse ter ouvido do antigo chefe uma frase que resume bem o esquema: “O dinheiro pertencia a Paulo Bernardo, que intentava bancar a campanha de Gleisi Hoffmann para os cargos que disputasse”. Na próxima terça-feira, o STF decide se aceita ou não a acusação de corrupção contra a senadora no caso do petrolão. O casamento entre corrupção e caixa dois, ao contrário do que dizem os que desejam uma anistia generalizada, nunca foi tão perfeito. Hugo Marques

Confira a matéria original clicando aqui

Carvalhosa pede apoio da população para tocar pedidos de impeachment de ministros do STF


Nesta terça-feira, no gabinete do ilustre Senador Lasier Martins, a Professora Janaina Paschoal e o MP Pró-Sociedade, na companhia do imprescindível movimento Vem pra Rua, foram recebidos por vários parlamentares daquela casa legislativa, aos quais expuseram as fundamentadas razões pelas quais pedem o impeachment de Dias Toffoli.

A infame decisão monocrática do presidente do STF determinando a suspensão de investigações iniciadas a partir do compartilhamento de dados bancários cedidos pelo Coaf, pela Receita e pelo Banco Central pode ser um primeiro passo para anular processos e mesmo condenações de corruptos e membros do crime organizado. Mas a voz das ruas começa a ser ouvida.

APOIO EM ALTA – Se na semana passada eram 12, ontem o número subiu para 19 e, a cada dia que passa, o que se espera é que mais e mais senadores levem Davi Alcolumbre a esengavetar os 17 pedidos de impeachment contra os ministros “garantistas da impunidade” no STF.

De uma vez por todas, é preciso que os políticos aceitem o que significa a democracia representativa. Os parlamentares devem prestar contas ao Povo.

É essa a conduta exemplar dos integrantes do Muda, Senado!, grupo que deve crescer não só em número, como em prestígio, e cujos parlamentares merecem os cargos para os quais foram eleitos: Alessandro Vieira (Cidadania), Alvaro Dias (Podemos), Carlos Viana (PSD), Eduardo Girão (Podemos), Fabiano Contarato (Rede), Jorge Kajuru (Patriota), Lasier Martins (Podemos), Leila Barros (PSB), Lucas Barreto (PSD), Luis Carlos Heinze (PP), Major Olímpio (PSL), Marcos do Val (Podemos), Oriovisto Guimarães (Podemos), Plínio Valério (PSDB), José Reguffe (sem partido), Rodrigo Cunha (PSDB), Juíza Selma (PSL), Soraya Thronicke (PSL) e Styvenson Valentim (Podemos).

Vamos apoiar este movimento em prol do saneamento básico do STF.

URGENTE: Lula será solto dia 27


A Segunda Turma do STF se reúne para analisar pedido da defesa para suspender, na primeira instância, ação em que é acusado de receber R$ 12,5 milhões da Odebrecht, na forma de um imóvel para sediar seu instituto e um apartamento vizinho à sua residência em São Bernardo do Campo.

A aposta em Brasília é que os ministros aproveitarão a oportunidade para soltar Lula.

Se isso de fato ocorrer, o petista deverá a voltar para casa na cara dura.

Justiça do Trabalho concede medalha a Moro e Bolsonaro


O Tribunal Superior do Trabalho (TST) entregará ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Justiça uma medalha em reconhecimento à contribuição “para o engrandecimento do país”. A cerimônia de entrega da honraria aconteceu na última terça-feira (13).

Além de Bolsonaro e Moro, a comenda será concedida também ao presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre e ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Os ministros do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Superior Tribunal Militar (STM), além de membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da cúpula militar, também estão na lista.

Jair Bolsonaro, Davi Alcolumbre e Dias Toffoli receberão a honraria mais alta, o grão-colar. A grã-cruz, segunda maior, será concedida ao vice-presidente, general Hamilton Mourão, o general Augusto Heleno Pereira, aos ministros Moro e Onyx, e também Rodrigo Maia. A alta cúpula militar também está inclusa na lista.

Três ministros do STF, Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, também ganharão a comenda da grã-cruz, além do presidente do STJ, João Otávio de Noronha, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e o advogado-geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça.

A Faculdade de Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e a Associação Pestalozzi também serão agraciadas com o mérito.

Patrícia Abravanel diz que Deus colocou Bolsonaro no poder


Abravanel é cotada como possível sucessora de Silvio Santos no comando do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).


Em uma aparição no Programa Raul Gil, no último sábado (10), Patrícia Abravanel afirmou que aprendeu uma importante lição com o pai sobre a gestão da emissora:


“Você sabe que o SBT é muito pró-governo. Independente do governante, a gente acredita que tem que estar apoiando. […] Meu pai sempre ensinou isso para gente. Apoiou Lula, Dilma, Temer… A gente é pró-governo. Sempre.”

A declaração foi feita durante a dinâmica “Pra Quem Você Tira o Chapéu”. No jogo, Patrícia elogiou, dentre outras personalidades, o presidente da República, Jair Bolsonaro:


“Ele é nosso presidente no poder. Toda autoridade é colocada ali por Deus. E a gente, como brasileiro, tem que torcer para que ele dê certo.”

Segundo o site Metrópoles, ela acrescentou:


“O primeiro gol foi agora. A Previdência foi liberada. Eu sei que não é algo tão popular, mas pro Brasil vai ser bom e a gente depois vai ser grato.”

Ministro Sérgio Moro exigiu o fim do IPVA


Uma mensagem que circula pelas redes sociais traz uma mensagem atribuída ao ministro Sergio Moro em que ele pediria o fim do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores)

Verdade ou mentira?

Procuramos por declarações do ministro Sérgio Moro a respeito do fim do IPVA e não encontramos nada! Nem mesmo no perfil oficial de Moro no Twitter há algo sobre o fim da cobrança do imposto. 

Procurando na internet sobre o assunto, podemos comprovar que o texto se parece muito com publicações que se espalharam em 2017 e em 2018, com a diferença de que quem iria “acabar com o IPVA” – na versão de 2017 – era o então presidente Michel Temer. A questão é que a postagem surgiu em páginas humorísticas no Facebook, mas muita gente levou à sério.

Clique aqui e assine: Você apoiaria Deltan Dallagnol chefiar a PGR no lugar de Raquel Dodge?


A PGR atualmente é presidida por Rachel Dodge, a um grande desejo do povo que o Procurador da República Deltan Dallagnol que faz parte da Operação Lava-jato ocupe o cargo de chefia a citada instituição. 

Já temos o Ministro Sérgio Moro, seria sonho se Deltan entrasse para a PGR.

Deixe seu apoio nos comentários... 

Verdevaldo usa o STF para livrar criminosos


Com base nas mensagens roubadas pelo estelionatário patriota, Verdelvado agora acusa Deltan Dallagnol e outros procuradores da Lava Jato de manterem contato com o Vem Pra Rua e o Nas Ruas para pressionar o STF e o governo em favor da prisão em segunda instância e das Dez Medidas Contra a Corrupção. Não há ilegalidade nisso.

E quem usa o STF para livrar criminosos, Verdevaldo?

EMOCIONANTE: Jair Bolsonaro posta foto dos tempos de infância com o pai


Neste Dia dos Pais, o presidente Jair Bolsonaro publicou uma foto com ao lado de seu já falecido pai, Percy Geraldo Bolsonaro.

– Feliz Dia dos Pais! Na foto: eu com o peixe e meu pai, Percy Geraldo Bolsonaro, ao lado. Um ótimo domingo a todos – escreveu o presidente.

A imagem, em preto e branco, mostra Bolsonaro ainda criança segurando um grande peixe com o pai ao lado. O hábito de pescar herdado do pai permanece até hoje e foi passado para seus outros filhos.

LAVA JATO EM ALTA: STJ terá desembargador provisório da Lava Jato


O STJ vai convocar um desembargador provisório para assumir a relatoria dos processos da Lava Jato, diz O Globo.

A convocação ocorrerá para substituir provisoriamente o relator da operação na Corte, ministro Felix Fischer, que está afastado para se recuperar de uma embolia pulmonar.

Bolsonaro participa da Marcha para Jesus e diz que Ideologia de gênero é coisa do capeta

Bernardo Caram O presidente Jair Afirmou neste sábado (10) que a chamada ideologia de gênero é "coisa do capeta" e que as leis existem para proteger as maiorias. 


Bolsonaro participou da Marcha para Jesus em Brasília, cumprimentou fiéis e subiu ao trio elétrico com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. 


“O presidente vai respeitar a inocência das crianças em sala de aula. Não existe essa conversinha de ideologia de gênero. Isso é coisa do capeta”, afirmou.

Presidente afirma que não discrimina ninguém, mas que leis existem para proteger a maioria.

População lota caixa de e-mail de Conselheiros do CNMP em apoio a Deltan Dallagnol


Além da reação institucional, nos últimos cinco dias os conselheiros receberam mais de 700 emails com pedidos para que o CNMP não puna Dallagnol. As mensagens são assinadas por grupos que pregam o combate à corrupção e entusiastas da Lava Jato.

“Dias Toffoli não faz parte das soluções que o Brasil precisa”, diz autor da CPI da Lava Toga




Davi Alcolumbre, adiou para a semana que vem uma conversa, inicialmente prevista para a última quarta-feira, com um grupo de senadores incomodados com sua gestão.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania) vai, pela enésima vez, perguntar ao presidente do Senado por que ele não pautou no plenário, como prometera, a instalação da CPI da Lava Toga, já arquivada duas vezes.

Em conversa com O Antagonista, Vieira voltou a destacar a necessidade de investigação dos tribunais superiores.

Para o senador, o presidente do STF, Dias Toffoli, “está utilizando o momento político para assumir um papel que não cabe a um magistrado que respeite o mínimo decoro que o cargo exige”.

“Dias Toffoli não faz parte das soluções que o Brasil precisa. Faz parte dos problemas que afligem o país há décadas.”